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Frango à Caçadora com Toque Brasileiro

Frango à Caçadora com Toque Brasileiro

Por Julia

Um frango cozido lentamente em molho de tomate com pimentões, cogumelos e azeitonas, com toque de farinha para textura diferente. Uso coxa pra garantia de suculência, capa uma farinha diferente e substituo a água por caldo caseiro. A combinação do alho, ervas e tomate traz o aroma característico enquanto o cozimento lento garante sabor profundo. Serve bem com arroz branco ou uma massa simples. Tradição italiana com um tempero prático e flexível para cozinha do dia a dia. Sucos das verduras e a caramelização na boca mostram quando tá na medida, nada de pressa.
Preparo: 15 min
Cozimento: 50 min
Total: 65 min
Porções: 4 porções
#frango #comfort food #receitas familiares
Coxa de frango, suculência garantida, com aquele molho que te faz lembrar da Itália sem perder a alma do Brasil, parte das receitas familiares que chamam atenção pelo conforto e simplicidade. A farinha de arroz substitui a tradicional, agregando leveza e garantindo uma crosta diferente, que eu descobri que segura melhor o suco do frango. A paciência no fogo baixo é o segredo para o cozimento perfeito, nada de pressa; você sente no aroma e no brilho do molho quando está pronto para te surpreender. Mistura cantarolando na panela, cheiro de alho e ervas que abre o apetite sem enganar. Acompanhado com massas ou arroz, vira sinônimo de conforto. Testado, aprovado e refinado com uma pitada de brasilidade.

Ingredientes

  • 4 coxas de frango com pele e osso
  • sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
  • 5 colheres de sopa de farinha de arroz (substituição da tradicional)
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
  • 1 colher de sopa de manteiga sem sal
  • 1 cebola média picada
  • 1 pimentão vermelho cortado em tiras
  • 1 pimentão amarelo cortado em tiras
  • 150 g de cogumelos frescos fatiados (preferência champignon)
  • 50 g de azeitonas pretas sem caroço picadas
  • 4 tomates italianos médios cortados ao meio
  • 3 dentes de alho amassados
  • 1 colher de chá de orégano seco
  • 1 colher de chá de manjericão seco
  • 2 xícaras de caldo de galinha caseiro (substituindo a água)
  • 1 colher de chá de açúcar mascavo (opcional, pra equilibrar acidez)
  • Massa ou arroz branco para acompanhar
  • Sobre os ingredientes

    A farinha de arroz aqui é chave pra quem quer uma crosta mais leve e sem aquele empapuçamento comum da farinha de trigo — ótimo pra quem está evitando glúten. Substituir a água por caldo de galinha caseiro eleva o sabor, mas sem caldo concentrado também funciona — eu uso o cubo diluído em água quente. Para o molho, prefira tomates italianos ou caqui, mais firmes e menos ácidos, ajudam na textura. Se quiser um toque especial, mudo a manteiga por gordura de porco, um achado em dias de sabor mais marcante. Pimentões coloridos dão cor e doçura natural. Cogumelos frescos é outra que não abro mão, a textura carnuda complementa. Se não tiver azeitonas pretas, podem ser verdes para uma acidez ligeira. Não exagerar no alho para não roubar o sabor principal, sim, aroma é precisão. Trocar as ervas secas por frescas dobra intensidade, mas deve entrar no final pra não amargar.

    Modo de preparo

  • Aqueça o azeite e a manteiga juntos numa panela bem grossa — uso uma caçarola de ferro ou dutch oven — em fogo médio-alto; espere a gordura chiar e formar uma lâmina acetinada.
  • Tempere as coxas com sal e pimenta do reino generosamente. Empane na farinha de arroz, ajudando a criar uma crostinha que vai trancar os sucos durante a cocção.
  • Coloque as coxas na panela quente, sem amontoar, deixe dourar por cerca de 4 minutos de um lado antes de virar, até a pele ficar crocante e puxar aroma de tostado. Repita do outro lado e retire pra descansar — ele continua cozinhando reservado.
  • No mesmo fundo, jogue a cebola e os pimentões, mexa para soltar os fundos dourados do frango. O som de refogar vai suavizar a cebola e trazer doçura. Depois de uns 5 minutos, quando os legumes já estão mais moles e marcando cor, acrescente os cogumelos e as azeitonas; misture e deixe uns 3 minutos até murcharem e liberarem umidade.
  • Aí vem o alho e as ervas secas. Se distribuir bem, ele libera aroma sem queime. Cozinhe 2 minutos mexendo para que quebre o aroma, não queime (se queimar dá gosto amargo).
  • Adicione o tomate fresco cortado, o caldo de galinha e o açúcar mascavo — que não é obrigatório, mas quebra a acidez do tomate sem sobressair doce demais. Mexa pra integrar tudo, soltar tudo da panela, solte raspa de baixo com a colher de pau.
  • Volte o frango para a panela, mal enterrado no molho, coloque pra cozinhar em fogo baixo, quase no mínimo. Assim o caldo reduz sem grudar, o frango pega o gosto, fica macio e soltinho do osso. Deixe ali por 18 a 22 minutos, vira e mexa de leve na metade do tempo pra garantir que salsa o caldo todo.
  • Experimente o caldo para ajustar sal e pimenta no final — o frango já dá umami natural, não exagere no sal. A textura do molho deve estar encorpada com pedaços de tomate sequinhos e legumes suculentos.
  • Sirva quente, cascando o frango com garfo e carreando o molho por cima de massa fresca como talharim ou um arroz branco soltinho a la mineira. Esse arroz aí casa bem, segura a gordura e o molho com rodelas de pimenta para quem gosta de um toque.
  • Se testou, repete e avalia. Ajusta as ervas, muda o caldo pela água com um cubo de legumes, ousa no tipo da farinha e me conta como ficou o toque da sua panela.
  • Dicas de preparo

    O ponto de dourar o frango na panela é o primeiro passo para manter todo o suco. Precisa chiar bem a gordura antes de colocar as coxas, porque a crosta depende do calor alto rápido para selar. A escurecida na coxa sem queimar é sinal de calor na medida; se queimar desregula sabor e textura. Depois, usar a mesma panela para refogar os vegetais aproveita o sabor residual ficou grudado no fundo — é onde o gosto se concentra, a chamada fondzinho que transforma um molho comum em mais profundo. Atenção ao alho: entra no momento certo, rápido no fogo, senão amarga. A combinação do caldo com os tomates frescos cria o equilíbrio entre ácido e doce, crucial para o molho. Cozinhar em fogo baixo e lento é regra para frango macio e integrado. Mexer pra não desmanchar nenhum lado, principalmente o tomate, que deve manter algum pedaço. Ajustar sal e pimenta só no final para não errar muito porque os caldos já tem sal. Servir logo após o cozimento para preservar textura e temperatura.

    Dicas da chef

    • 💡 A crosta no frango, segredo do sabor. Para garantir isso, aqueça bem a gordura antes de colocar as coxas. O empenhar com a farinha de arroz ajuda. Atenção ao dourar, precisa de calor alto. Se não, perde sucos.
    • 💡 O caldo é tudo. Usar caseiro é a melhor escolha. Substituição da água por caldo traz sabor. Cubos de caldo funcionam, mas o fresco é o ideal. Eleva o gosto do prato e faz a diferença.
    • 💡 Tomates italianos são os melhores para essa receita. Firmes e menos ácidos, fazem o molho ficar mais equilibrado. Se não tiver, opte pelos caquis. Vão manter algo de suculento e saboroso. O ponto certo é tudo.
    • 💡 Cogumelos frescos são essenciais. A textura carnuda dá vida ao prato. Não use enlatados. Se azeitonas pretas não estão à mão, verdes também vão. Têm um toque de acidez que cai bem.
    • 💡 A paciência no fogo baixo é fundamental. Isso garante um frango macio e saboroso. Espere os 18 a 22 minutos com calma. Não sinta pressa. Revirar e mexer na metade do tempo é crucial.

    Perguntas frequentes

    Como escolher o frango certo?

    Coxas com pele e osso são melhores. Garantem suculência. Peitos podem ressecar. Assista ao peso, coxas são mais gordas.

    A farinha de arroz é obrigatória?

    Não. Pode usar trigo. Mas a textura fica diferente. A farinha de arroz traz leveza. Menos empapuçada.

    Meu molho fica muito ácido. O que fazer?

    Adicione um pouco de açúcar mascavo. Equilibra a acidez sem deixar doce. Mas não exagere. Uma colher é suficiente.

    Posso fazer essa receita um dia antes?

    Sim, você deve. O sabor intensifica. Mas esquente ao fogo baixo. Não no micro-ondas, não fica igual.

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