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Torta de Maçã com Toque Especial

Torta de Maçã com Toque Especial

Por Julia

Maçãs fatiadas finamente, misturadas com açúcar branco e mascavo, amido de milho, canela, noz-moscada e uma pitada de sal. Massa crocante envolvendo recheio suculento, finalizada com manteiga sobre as maçãs para garantir brilho e sabor. Cozida em alta temperatura inicial para formar crosta firme, depois abaixa para cozinhar lentamente. Dicas para usar maçã Fuji no lugar de Gala, amido de batata substituindo o milho e truques para não encharcar a massa. Resfriar por horas antes de cortar para recheio firme. Servida quente com sorvete ou chantilly como nos velhos tempos.
Preparo: 35 min
Cozimento: 58 min
Total: 1h 33min
Porções: 8 porções
#torta #sobremesa #receitas #maçã
Não é exagero dizer que uma boa torta de maçã tem que tratar cada detalhe com respeito. Já experimentei usar vários tipos de maçã e o segredo para recheio consistente está na escolha da fruta e do amido; milho é comum, mas o amido de batata traz uma textura mais aveludada. A temperatura faz toda a diferença, começando alta para assar a borda rapidamente, depois baixando para cozinhar suavemente o recheio sem queime-lo. Essa receita é meu achado depois de várias tentativas frustradas quando a massa ficava encharcada ou o recheio muito líquido. Serve bem com sorvete, mas o charme maior é esperar esfriar. Mesmo que apresse pra comer quente, segura a ansiedade, a recompensa é maior. Ah, e uma pitada de gengibre é aquela reviravolta que ninguém espera mas faz todo sentido no final.

Ingredientes

  • 6 maçãs médias Fuji, descascadas, sem caroço e fatiadas com cerca de 3 mm
  • 1 1/4 xícaras de açúcar cristal
  • 1/3 xícara de açúcar mascavo claro
  • 2 colheres de sopa de amido de batata (substituindo o amido de milho para cremosidade diferente)
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • 1/4 colher de chá de noz-moscada ralada na hora
  • 2 colheres de sopa de manteiga sem sal cortada em pedaços pequenos
  • 2 discos de massa para torta pronta em temperatura ambiente
  • uma pitada de gengibre em pó para dar um leve toque surpresa e aquecer o aroma
  • Sobre os ingredientes

    Se não achar maçã Fuji, Gala ou até Verde americana funcionam, o importante é que sejam firmes para não virar mingau no forno. Eu sempre prefiro um açúcar cristal mais grosso que dissolve mais devagar, rosqueando com açúcar mascavo para trazer umidade e sabor. O amido de batata substitui o milho na medida certa – dá uma sustentação diferente, mas se não tiver, amido de milho vai bem, só cuidado pra não exagerar e ficar embolotado. Use manteiga de qualidade, sem sal, para não bater com o tempero doce e canela. A massa prontinha é permissible pra pressa, só cuide pra que não esteja gelada antes de abrir, facilita trabalhar e evitar ruptura. E, por último, não pule os cortes na tampa, parou para pensar que é isso que evita explosões e sujeira no seu forno querido?

    Modo de preparo

  • Pré-aquecer o forno a 230 graus Celsius. Nem pense em diminuir a temperatura antes de colocar a torta; essa alta temperatura ajuda formar uma crosta crocante no início, evitando massa úmida depois.
  • Cortar as maçãs em fatias finas; uso 3 mm pra não ficar pedaço demais e sim textura na boca. Troquei Gala por Fuji aqui porque dura mais firme no forno, menos melaço.
  • Misture açúcar cristal e mascavo, amido de batata, sal, canela, noz-moscada e a pitada de gengibre em uma tigela pequena. O amido de batata segura a umidade melhor e deixa o recheio cremoso mas não aguado. Misture e jogue sobre as maçãs, mexendo com as mãos ou colher para cobrir bem tudo. Se encharcar a massa, o segredo está no amido de qualidade e na temperatura do forno.
  • Abra um disco de massa em uma forma de 23 cm, pressionando bem as bordas. Não deixe a massa fria antes de abrir, massa quente rasga fácil. Apare a sobra, mas deixe um pouco de margem para fechar a torta direito.
  • Ponha as maçãs temperadas na massa, espalhando uniformemente com o auxílio dos sucos que ficaram na tigela. Distribua por cima os pedacinhos de manteiga; a manteiga ajuda a criar aquele douradinho e aroma intenso quando derrete e combina com a canela.
  • Cubra com o segundo disco de massa, centralizando para cobrir as laterais. Dobre a borda de baixo por cima e pressione para fechar, apertando e amassando as bordas com os dedos para evitar vazamentos. É importante prender para o suco não escapar e deixar a forma suja. Faça um acabamento decorativo apertando com garfo ou moldando as bordas com o dedo.
  • Faça entre 3 a 4 cortes de 7 cm no topo da massa para o vapor escapar. Esses cortes evitam que a torta estoure no forno.
  • Coloque a forma sobre uma assadeira com borda para evitar sujeiras no forno. Leve ao forno, asse por 12 minutos a 230 graus. Depois, abaixe para 175 graus e asse por mais 48 minutos. Se as bordas começarem a dourar rápido demais, coloque tiras de papel alumínio para protegê-las. Fique atento ao aroma; quando aquele cheiro de maçã com especiarias invadir a cozinha, sinal que está quase pronto.
  • Retire do forno e deixe esfriar em temperatura ambiente de 2 a 3 horas. Isso é crucial para o recheio firmar – quente demais e ele vai escorrer, frio demais e perde o charme.
  • Na hora de servir, aqueça por uns 3 minutos se quiser ficar com o interior cremoso, acompanhado de chantilly ou sorvete de baunilha. O contraste frio/quente é tradição que nunca decepciona.
  • Dicas de preparo

    O forno exige atenção constante; começar quente demais é essencial para a crosta, depois abaixar para evitar ressecamento. Observar as bordas; se dourarem rápido, alumínio na área para proteger. Quando colocar as maçãs, não jogue suco enriquecido junto com muita força, espalhe com cuidado para não danificar a massa. Ao fechar a torta, use as mãos para juntar a massa e garantir lacre firme, fuja do excesso de massa sobrando que possa queimar. Os cortes no topo precisam ser suficientes para saída do vapor, sem isso a torta pode estourar – confie na sua faca e faça cortes de 7 cm, não mais que isso para não abrir a massa. Esperar esfriar é parte da receita, sem pressa aqui. O toque final é reaquecer lento para o doce não virar caldo e sim um recheio espesso para adstringência na boca; aí sim, sucesso garantido.

    Dicas da chef

    • 💡 Use maçãs firmes. Fuji é minha preferida. Gala também serve bem. Se não achar, Verde americana é outra opção. Importante mesmo é não amolecer no forno.
    • 💡 A temperatura do forno. Começar alto. Ajuda a crosta. Depois, abaixar. Esse processo garante que o recheio cozinhe sem queimar. Fique de olho nas bordas.
    • 💡 Evite massa encharcada. O amido de batata ajuda. Se usar milho, cuidado com a quantidade. Demais e fica empelotado. A mistura deve estar uniforme, mas não excessiva.
    • 💡 O toque do gengibre. Uma pitada faz diferença. Aroma surpreendente que combina com a canela. Pode ser sutil, mas realça os sabores. Não pule essa etapa.
    • 💡 Quando esfriar, sirva quente. Se preferir, aqueça por poucos minutos. O contraste do quente com o sorvete é incrível. Textura cremosa é o que buscamos.

    Perguntas frequentes

    Qual a melhor maçã pra usar?

    Maçãs firmes são essenciais. Fuji é a melhor. Gala também vale. Verde americana funciona, mas precisa cozinhar bem.

    E se a massa ficar mole?

    Olhe o amido. E a temperatura. Se muita umidade, massa vira mingau. Amido de batata é o ideal. Menos risco de água.

    Como armazenar?

    Pode guardar na geladeira. Mas não por muito tempo. Após 2 dias, textura muda. O ideal é servir fresco do forno.

    Posso fazer com antecedência?

    SIM. Prepare um dia antes. Deixe na geladeira e asse no dia seguinte. Resultados bons, mas formato pode mudar.

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